21 janeiro 2006

Não posso ficar longe de ti!....



Jorge Manuel, eu amo-te. Amo demais. E não suporto ficar longe de ti, pois sinto falta dos teus toques, dos teus gestos, olhares e sorrisos.Sinto falta da tua voz a dizer disparates ao meu ouvido. Sinto falta das tuas palavras carinhosas e da tua presença luminosa e brilhante. Sem ti as horas não passam, o relógio anda devagar, a noite prolonga-se além do natural e o meu coração aperta-se numa triste e cruel solidão.Eu amo-te e não posso ficar longe de ti. Cada hora de ausência é um suplício e cada momento ao teu lado, enche o meu coração de alegria.A tua presença traz-me felicidade e paz de espírito. Mais uma vez eu repito: amo-te e não sei viver sem ti. Não me faças sofrer esta saudade, por favor!
A sempre tua Graça Diogo

16 janeiro 2006

Te Sentir no Sonho...

Essa noite sonhei com você...
Você me tocando em partes tão desejadas...
Sentir o seu calor do corpo no meu corpo...
Sentir um calafrio a cada toque seu...
Pude sentir uma água escorrendo as minhas partes íntimas...
Te desejei muito...
Senti uma saudade de ter você me possuindo...me
penetrando....e no calor do nosso corpo....sentir uma única
respiração...
Foi lindo...Mas foi só um sonho...
Que pena...A saudade existe...
Mais nada podemos fazer...

Um grande beijo, Graça Diogo

15 janeiro 2006

Quero Ver-te Cansado!

Meu amor, Jorge Duarte :

De repente veio-me um desejo forte, muito forte. Um desejo forte e quente de ver-te e de tocar esse teu corpo másculo e cheio de energia. De repente veio-me uma vontade louca de ver esse teu corpo bem suado, a escorregar sobre o meu...
Sabes que eu acordei meio tarada hoje? Sabes que só me vem a ideia de ver-te cansado, extenuado sobre a cama depois de horas de amor? É assim que eu me sinto agora, enquanto escrevo esta carta: com pressa de ti!
Desejo ardentemente que venhas logo ao meu encontro para que eu possa beijar-te, abraçar-te, esfregar-me em ti... Para que eu possa tirar a tua roupa e usufruir de todo o prazer que esses teus músculos fortes me sabem dar, para que eu possa usufruir de todo o prazer que a tua pele me dá, que a tua boca me dá, que a tua língua me dá.
Não te espantes, querido, mas hoje acordei assim: com um desejo incontrolável e a morrer de saudades tuas.

Um beijo molhado,
Graça Diogo